Benefício fiscal
É uma das maiores diferenças face a um ETF. À entrada pode reduzir o IRS; à saída, quando cumpre as condições legais, tributa os rendimentos a 8%.
Esta página prepara o futuro comparador de PPR do Invisto. Reúne o essencial para comparar fundos PPR em Portugal: fiscalidade, universo incluído, fontes de dados, custos correntes, risco e benchmarks ETF de referência.
Para já, esta página reúne o enquadramento essencial para avaliar PPR em Portugal com mais critério: benefícios fiscais, diferença entre FI-PPR e PPR-Seguro, métricas de custo e risco, e a lógica de comparação com ETFs de referência.
Um PPR não deve ser lido apenas pela rentabilidade do último ano. O enquadramento fiscal, o custo anual, o tipo de carteira e a profundidade das quedas históricas pesam tanto como o retorno.
É uma das maiores diferenças face a um ETF. À entrada pode reduzir o IRS; à saída, quando cumpre as condições legais, tributa os rendimentos a 8%.
Este comparador vai focar-se nos FI-PPR, onde existe histórico público, cotação regular e maior comparabilidade entre gestão, risco e desempenho.
Volatilidade, drawdown, VaR e Beta ajudam a perceber se o comportamento histórico do fundo combina com o teu horizonte e tolerância emocional.
PPR significa Plano Poupança Reforma. É um produto financeiro pensado para poupança de longo prazo com enquadramento fiscal específico em Portugal: pode permitir dedução à coleta no IRS à entrada e, em resgates nas condições legais, tributação de apenas 8% sobre os rendimentos em vez dos 28% habituais dos investimentos financeiros.
Os PPR podem surgir sobretudo sob duas formas. O PPR-Fundo de Investimento é gerido por sociedades gestoras, supervisionado pela CMVM, tem cotação pública e acompanha os mercados, sem capital garantido. O PPR-Seguro é gerido por seguradoras, supervisionado pela ASF, tende a oferecer capital garantido e taxa mínima, mas normalmente com rendibilidades mais baixas e menor transparência de carteira.
O foco principal é nos FI-PPR, ou seja, PPR sob a forma de fundos de investimento regulados pela CMVM. Também serão incluídos alguns produtos com procura relevante em Portugal, como os PPR da Golden SGF, apesar de tecnicamente serem fundos de pensões abertos regulados pela ASF. Ficam de fora os PPR-Seguro, por serem estruturalmente diferentes e terem menos dados públicos comparáveis.
À entrada, é possível deduzir à coleta do IRS 20% do montante investido, com limites anuais que variam com a idade: até 400 euros de benefício até aos 35 anos, 350 euros entre 35 e 50, e 300 euros acima dos 50. À saída, quando o resgate cumpre as condições legais, os rendimentos são tributados a 8%. Fora dessas condições, a tributação sobe e pode perder parte do benefício fiscal recebido.
Porque ajuda a perceber se o benefício fiscal do PPR compensa os custos, a composição e o nível de risco face a uma alternativa passiva equivalente. O ETF funciona como régua de mercado: não tem benefício fiscal, mas tende a ter comissões muito mais baixas e liquidez imediata.
Não. Os dados históricos servem para perceber consistência, comportamento em crises, risco e adequação ao teu perfil, mas não são uma promessa de retorno. Um PPR com ótimo histórico pode ter uma década seguinte muito mais fraca se o contexto de mercado mudar.
A lista principal será composta por FI-PPR com histórico diário público disponível, complementada por alguns produtos com procura relevante em Portugal que merecem ser comparados lado a lado.
Os dados serão agregados a partir das sociedades gestoras, relatórios públicos da CMVM, ficheiros públicos da Golden SGF e plataformas como Yahoo Finance, Investing.com e Financial Times.
A atualização prevista é semanal, com métricas já refletindo comissões correntes quando essas rentabilidades vêm das cotações públicas do fundo.
A TEC mostra o custo anual recorrente do fundo e já está refletida na rentabilidade publicada; não deve ser subtraída duas vezes ao analisar resultados históricos.
A rentabilidade anualizada serve para comparar períodos de duração diferente, mas em janelas curtas pode transmitir uma falsa sensação de precisão.
Volatilidade, drawdown máximo, VaR e Beta não são previsões. Servem para ler o comportamento histórico do fundo e perceber se o risco é coerente com o teu perfil.
Usa a calculadora para perceber como pequenas diferenças de retorno anual podem mudar o capital final ao longo de décadas.
Abrir paginaCompara o enquadramento de um investimento passivo global com a lógica fiscal e de gestão ativa ou mista dos PPR.
Abrir paginaRevê os conceitos de TEC, drawdown, volatilidade, Beta e outros termos antes de comparar fundos lado a lado.
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