Capital inicial
Acelera o ponto de partida, mas raramente explica sozinho o resultado final em horizontes longos.
Veja quanto pode acumular com reforços regulares, diferentes taxas de crescimento e o impacto silencioso da inflação no seu património ao longo das próximas décadas.
Calculadora de crescimento
Resultado projetado
Os resultados apresentados são simulações e não representam qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Glossário
É o efeito de ganhar retorno sobre o capital inicial e também sobre os juros já acumulados. Se 100 euros crescem 5%, passam a 105; no período seguinte, os mesmos 5% já incidem sobre 105 e não apenas sobre 100. É isso que cria o conhecido efeito de bola de neve.
É a taxa média de crescimento que assume para o seu património. Não representa uma garantia; serve para comparar cenários e perceber a sensibilidade do resultado final.
Indica com que frequência os juros são reinvestidos no cálculo. Quanto mais frequente for a capitalização, maior tende a ser a taxa efetiva anual. É por isso que a mesma taxa nominal pode produzir resultados ligeiramente diferentes entre capitalização anual, trimestral ou mensal.
Ajusta o capital final pela inflação indicada, para mostrar o poder de compra aproximado no fim do período e evitar leituras demasiado otimistas em termos nominais.
Fórmula base
Onde M é o montante final, C o capital inicial, R o reforço periódico, i a taxa por período e n o número total de períodos da simulação.
A taxa anual indicada é convertida para a frequência de capitalização escolhida. Na prática, isso significa que uma taxa nominal de 5% não produz exatamente o mesmo resultado com capitalização anual, trimestral ou mensal.
Cenários rápidos
Referência de mercado
Se procura um ponto de partida para testar a taxa anual, muitos investidores usam o histórico do S&P 500 como referência inicial. Entre 1988 e 2024, o índice apresentou uma rentabilidade anual média próxima de 11,5% em termos nominais.
Esse número não é garantia de retorno futuro e não inclui, por si só, o impacto de inflação, impostos, custos nem o facto de não se investir diretamente num índice. Use-o apenas como benchmark inicial para testar cenários.
Um bom simulador de juros compostos não serve apenas para mostrar o valor acumulado. Serve para perceber que parte do resultado vem do capital inicial, dos reforços mensais, da taxa anual e do tempo.
Acelera o ponto de partida, mas raramente explica sozinho o resultado final em horizontes longos.
Criam consistência e aumentam o capital investido ao longo do tempo, o que amplifica a capitalização.
A taxa que realmente importa é a que sobra depois de inflação, custos e impostos.
Um investidor que aplica 200 euros por mês durante 25 anos com uma taxa média anual de 7% acumula muito mais do que alguém que investe o mesmo montante total apenas nos anos finais. Tempo e regularidade trabalham em conjunto.
investimento automático todos os meses
tempo suficiente para vários ciclos de capitalização
exemplo ilustrativo antes de custos e fiscalidade
Juros compostos são o efeito de ganhar retorno não apenas sobre o capital inicial, mas também sobre os ganhos acumulados ao longo do tempo. Quanto maior o horizonte, maior tende a ser este efeito.
Ambos importam, mas o tempo tem um impacto muito forte porque permite mais ciclos de capitalização. A mesma taxa anual produz resultados muito diferentes entre 10, 20 e 30 anos.
Porque o valor nominal final não mostra o verdadeiro poder de compra. Um património que cresce 6% ao ano com inflação média de 2% tem um crescimento real muito diferente de 6%.
Sim. Reforços consistentes aumentam muito o capital final, sobretudo em horizontes longos. Em muitos casos, a disciplina de investir todos os meses pesa mais do que tentar acertar no momento perfeito.
Use taxas conservadoras e teste vários cenários.
Considere inflação, impostos e custos da corretora.
Atualize o plano à medida que o rendimento e a taxa de poupança mudam.
Banco de Portugal para contexto macroeconómico e taxas.
INE para inflação e séries económicas em Portugal.
Dados históricos de mercado para projeções de longo prazo.
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